Midis (ou playback) para Dança ou Arte Dramática

Pode ser um playback para um musical, uma dança ou uma peça de teatro.

Imagine como seria legal se você pudesse fazer uma peça de teatro com uma trilha musical personalizada.

Playbacks em Espetáculos de Dança

Já ha algum tempo que venho trabalhando com algumas danças judaicas. Meus clientes que precisam desse serviço pedem-me um medley de canções judaicas com certas características rítmicas e alguns tempos que devem ser cumpridos:

Dramatização

O ator David Machado da Central de Atores escreve: “Um playback pode dar suporte à cena, dar mais emoção, permitindo que o ator interaja com a música, tornando a cena plasticamente sincronizada, tornando os movimentos cênicos mais bonitos, além de transmitir a intensidade que a cena necessita; mais ação, mais calmaria, reflexão. Enfim é um suporte à cena de modo a torná-la emocionalmente mais dinâmica!

Certas frases musicais, ritmos, acordes fortes e intensos, enfim, certas características de uma peça musical podem ajudar na execução de uma peça teatral, como se fosse uma trilha sonora. Playbacks também poderiam ser usados para acompanhar canções que os atores porventura queiram cantar.

Eventos não-teatrais.

Pode haver espaço para uma música com características dramáticas (não somente musica, mas também visual) numa cerimônia ou festa de casamento, num aniversário, numa formatura.

Como vamos trabalhar em playbacks para danças ou arte dramática?

Além de enviar as gravações originais (que podem ser em mp3 ou link do youtube), é necessário que o cliente envie instruções, vídeos, tempos ou quaisquer outras informações. É necessário fazer um orçamento personalizado. Entre em contato para mais informações.

 

 

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Será que o midi ainda é atual?

Imagino que muitos vejam o midi como ultrapassado. Os primeiros teclados que tocam midifiles já existiam nos anos 90. Eles tocavam midis em diskette. E lá se vão mais de 20 anos. E aí, talvez você se pregunte: “será que o midi ainda serve para alguma coisa? Será que já não está ultrapassado?”. Caso você ainda tenha essa dúvida, eu lhe respondo com uma outra pergunta: “Em música, será que existe algo ultrapassado?”.

Vejo a paixão dos guitarristas e baixistas (por exemplo) por amplificadores valvulados, guitarras vintage, pedais no formato tradicional (como aqueles Boss, coloridinhos, que eu tive vários, mesmo não sendo guitarrista).

Alguns tecladistas ainda sonham com instrumentos vintage. Eu, por exemplo, tive um piano Wurlitzer, mas meu grande sonho ainda é ter um Hammond! E ainda há aqueles pianistas que não largam mão do piano acústico, por melhores que sejam os pianos digitais que existem atualmente.

Enfim, para alguns artistas, certos instrumentos e equipamentos são insubstituíveis. O midi também tem características que o fazem insubstituível.

Ele é um tipo de arquivo que pode ser transformado em áudio, pode ser ouvido, ou pode ser lido, transformado numa partitura. E a beleza do midi é justamente essa: ele é um arquivo de áudio, ao mesmo tempo que é uma partitura eletrônica.

O midi pode ser editado, transformado, reduzido, aumentado, etc. Assim como uma partitura de papel. Você pode abrir e editar um midi que foi feito há, digamos, 20 anos atrás, por uma outra pessoa, em outro país. Imagine quanta troca cultural poderia existir, quanto aprendizado, se você puder encontrar midis de outros países, com músicas populares ou folclóricas!

Acho que você não deveria ter medo, vergonha, preconceito, ou se sentir “estranho” por usar ou investir em midis. Vale a pena, sim. Não se preocupe com seu amplificador valvulado. Ele não vai ficar com ciumes!